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Dirigente consolida carreira no emergente futebol americano

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Durante muito tempo, os Estados Unidos em termos esportivos se notabilizou no Basquete, Futebol Americano e Basebol, enquanto o Futebol (soccer) era relegado a um quarto ou quinto plano. Porém com o passar dos tempos a modalidade virou o jogo de forma que hoje o Campeonato Americano de Futebol, a Major League Soccer, está entre os melhores do mundo contando com grandes astros que outrora brilham em outros países no mundo e aportaram na “Terra do Tio San” para seguirem carreira disputando uma competição motivada e com uma média de público que supera o Campeonato Brasileiro. O mercado é aberto não só para jogadores e treinadores, mas para executivos de futebol, como o rondoniense Bruno Costa (foto) que é responsável pelo Departamento de Scouting e Observação de Atletas do San Jose Earthquakes, na Califórnia, uma das grandes equipes da MLS principal liga de futebol dos Estados Unidos.

Bruno Costa tem uma trajetória vitoriosa no futebol marcada por grandes conquistas, sendo que no Brasil ele atuou no Fluminense, Figueirense e até mesmo pela Confederação Brasileira de Futebol, quando desempenhou o cargo de observador técnico. Bruno Costa chegou aos Estados Unidos para assumir a gerência de futebol do Fort Lauderdale Strikers, clube que tem o craque Ronaldo como um dos sócios e atualmente disputa a NASL (North American Soccer League). Em 2017 foi contratado para ser diretor de Scouting e Observação de Atletas do San Jose Earthquakes. “É um trabalho de monitoração de competições e, por conseguinte de atletas que fazemos por todos os continentes. É um trabalho focado na observação, temos que buscar errar o mínimo possível quando se trata de munir os dirigentes de informações para que os investimentos sejam feitos da melhor maneira possível e os resultados destes investimentos sejam condizentes com o que é planejado”, explica Bruno Costa.

De acordo com o dirigente a implementação deste serviço é uma consequência da evolução futebolística americana. “A Copa do Mundo que aconteceu aqui em 1994 foi um ‘divisor de águias’ e desde então os americanos se aplicaram muito na aprimoração de técnicas, dos conhecimentos e o resultado hoje é a consolidação do soccer: equipes estruturadas com seus estádios, centro de treinamentos, organizadas administrativamente, com planejamentos cumpridos à risca, salários em dia e isso tudo se torna atrativo para que atletas de outros países que antes ignoravam o futebol por aqui, se mostrem cada vez mais interessados em estar aqui”, explica.

CREDIBILIDADE

Nomes como Tata Martino e Frank de Boer (treinadores) estejam trabalhando hoje nos EUA. David Villa. Nomes como Kaká e Beckham também já jogaram lá. “É a prova de que as coisas estão mudando e com o planejamento tudo acaba se acertando. Hoje nós temos 20 brasileiros atuando aqui além de outros atletas latino-americanos numa prova de que o futebol é levado a sério tem gestão profissional, estrutura e isso tudo aliado ao estilo de vida faz com que os Estados Unidos se tornem um país atrativo para o futebol também. A presença de jogadores e treinadores consagrados só aumenta mais o respaldo e por isso a consolidação como potencia no futebol”, diz Bruno Costa.

O dirigente confirma que a média de público hoje nos jogos nos Estados Unidos supera o Campeonato Brasileiro. “Hoje se tem uma média de 26 mil pessoas por jogo, são feitas ações de marketing, programações especiais que nos permite vender antecipadamente uma grande quantidade de ingressos. Por exemplo, o nosso estádio comporta 20 mil pessoas e destes 20 mil lugares, vendemos 16 mil antecipadamente”, informa Bruno Costa. “Isto significa que hoje o futebol se consolida também junto aos torcedores que se mostram receptivos a modalidade”, complementa.

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