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Ex-presidiário, Garcia Rodrigues deixou a vida do crime através do skate

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São pelo menos três horas por dia juntinhos, na pista de skate, suando a camisa e tentando, tentando e tentando, sem desistir, até acertar a manobra. Essa é a rotina de Garcia Rodrigues, de 35 anos, e Isabelly Ávila, de 14, da cidade de Itapetininga, no interior de São Paulo. Quem olha de fora pode pensar que são apenas pai e filha “brincando” juntos. Mas trata-se também de um treinador orientando sua atleta e, mais do que isso, o esporte significa uma segunda chance. Se hoje a pequena Isa é membro da seleção brasileira e é a sexta atleta do país mais bem colocada no ranking olímpico é muito pelo esforço e pela redenção de seu pai.

Garcia Rodrigues já teve uma vida no crime. Ele se envolveu com o tráfico de drogas, participou de roubos e foi preso duas vezes. Mas o skate, sua paixão da adolescência, o tirou desse mundo e o recolocou nos trilhos. Hoje, ele se dedica inteiramente à carreira da filha e é casado com Jaqueline, mãe de Isabelly, com quem tem dois outros filhos, Ana Luiza, que já começa a dar seus primeiros passos no skate, e Emanuel, ainda bebê de colo.

Como forma de retribuir a segunda chance que teve, Garcia Rodrigues faz também um trabalho social em Itapetininga. A primeira missão foi restaurar a pista de skate da cidade. Com a ajuda de outros skatistas, conseguiu que a Prefeitura local fizesse uma reforma completa. O segundo momento foi de ressocializar a área, que estava sendo tomada por usuários de drogas e traficantes. E o terceiro – e atual – é de ajudar a molecada com shapes, trucks e rodinhas que Isabelly consegue através de seus patrocínios. Há até quem o chame de pai por lá hoje em dia.

Fonte: Globoesporte.com

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