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Cada clube tem o campeonato que merece

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SINCERAMENTE – Não dá para entender a postura dos dirigentes esportivos, que ficam chorando miséria o tempo todo e quando têm a oportunidade de mudar alguma coisa, nada fazem. A situação é a mesma da população que reclama dos políticos e quando têm a possibilidade de mudar, mudam para pior. No caso dos dirigentes, choram o tempo todo reclamam de competições curtas e sem atrativos e de um ano para o outro mantém, a mesma fórmula, as mesmas condições de um campeonato que tende a fracassar.

NÃO VOU TAPAR – O sol com a peneira, mas quem acompanhou o Campeonato Baiano este ano viu uma competição sem atrativos, com jogos de qualidade questionável (salvo algumas exceções) e públicos decepcionantes. O pior é que ainda tem gente que abre a boca dizer que a competição vai ser sucesso. Mas como se projetar isso com clubes não tem planos específicos e, como diz Raul Seixas, ficam sentados “com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar”? O verdadeiro Ouro de Tolo.

COM CERTEZA – Vamos ouvir dirigentes se mostrando satisfeitos com a fórmula de disputa do estadual 2020, tentando enganar o torcedor com promessas de boas campanhas, mas o torcedor não é burro e a resposta são as arquibancadas com públicos diminutos, do tamanho do futebol atualmente praticado no Estado. Eu até entendo que quando os dirigentes dão declarações deste tipo tentam amenizar a situação, mas a verdade não pode ser “maquiada”.

E ESSES – Que “maquiam” são os primeiros a choramingar. Ora, por que quando eles têm a possibilidade de mudar não mudam? Será que que os projetos que eles têm para seus clubes não visam o crescimento? Não visam um trabalho de revelação de valores até mesmo para “oxigenar” seus elencos de uma temporada para outra? Depois do que aconteceu no arbitral, a conclusão que se chega é que eles pouco almejam crescimento.

A CONSEQUÊNCIA – São situações inconstantes, que a consolidação as vezes demora. Exemplo disso é a Juazeirense, que há dois anos disputou a Série C e agora não tem série. Vamos ver o que vai acontecer com o Jacuipense, que esse ano vai disputar a Série C. Espero que faça uma boa campanha de afirmação, pois tem um projeto por trás para dar a sustentação.

ALIÁS – São esses projetos tipo do Bahia de Feira, do Doce Mel que subiu esse ano, Canaã e Olímpia que estão na Série B, que trazem alguma esperança de que num futuro não tão distante assim possamos ter equipes com verdadeiros projetos que modifiquem o atual quadro do futebol baiano, pois da forma que a coisa vai não dá para se vislumbrar melhores expectativas em uma situação mais imediata.

Por Cristiano Alves

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