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MOVER-SE POR VAIDADES

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Em vários seguimentos da sociedade é comum vermos dirigentes que são movidos pela vaidade do cargo e, em muitos casos, sentem falta do assédio quando afastados. No futebol não é diferente.

Nessa modalidade esportiva, muitos dirigentes não entendem quase nada do seguimento, mas não deixam o cargo por vaidade pessoal, o que na maioria das vezes só se afastam quando já estão no fundo do poço ou a entidade já não tem fôlego para respirar novos ares.

É bom que ressaltemos que estamos fazendo uma ligação comparativa de um profissional contratado e um diretor eleito pelos conselheiros de um clube.

No comentário abaixo você terá uma ideia. Não precisei fazer nenhuma opinião para que pudesse externar algo que se faz necessário no desenvolver de qualquer atividade que nos propomos a fazer principalmente no campo profissional.

O amigo Almir Pinto, Executivo de Futebol, Gestor Esportivo, Coach de Carreira, Ex Preparador Físico, Diretor de Esportes do Município de Feira de Santana, nos ilumina com suas afirmações e acima de tudo, com informações que servem como direcionamentos e são relevantes para orientação nas nossas escolhas.

COACHING DE CARREIRA: SÍNDROMES EXECUTIVAS.

Sabemos que a carreira é um organismo vivo que nasce, cresce, desenvolve-se, amadurece e pode morrer em qualquer fase se não for devidamente alimentada, cuidada e remediada.


Encontramos em muitos Executivos, seja ele do mais alto escalão ou não, males que os impedem de irem além em suas carreiras. São comportamentos que podem estar presentes em qualquer profissional, com características de quem ocupa cargos de comando, diante de relacionamentos com os seus pares ou subordinados, que acabam se tornando difíceis, e assim, freiando o seu progresso rumo ao sucesso e ao estado desejado.

Podemos ressaltar algumas síndromes executivas como:

VAIDADE – Muitos Executivos têm sua vaidade exacerbada, são incapazes de reconhecer os seus pontos de melhoria e se sustentam por capacidade técnica ou liderança;


ORGULHO – Executivos orgulhosos são comuns. Reconhecem sua necessidade de melhoria ou mudança em certos aspectos, mas não conseguem mudar;


ARROGÂNCIA – É o mal mais comum entre Executivos, no geral quanto mais alta a posição hierárquica maior o grau de arrogância e incapacidade de ouvir os outros. E se vierem sustentados por resultados de excelência, aí é que podem tornar-se (toda regra tem exceção) absolutos, com um mindset de supremacia.

Observamos acima, obstáculos que um executivo pode enfrentar para se realizar profissionalmente. Agora vamos considerar os executivos que buscam sempre satisfação na carreira, os PEAK PERFORMERS, que são comprometidos com desempenho, performance e resultados melhores; o que interessa para eles, é trabalhar de maneira mais inteligente e proveitosa possível.

Dr. Charles Garfield, desenvolvedor do conceito PEAK PERFORMERS, estudou mais de 1.500 Executivos de sucesso e notou algumas semelhanças:

  • Eles são guiados pela sua visão e missão;
  • Querem continuar aprendendo a vida toda;
  • Acreditam que o destino final e o processo para se chegar lá são importantes;
  • Fazem visualização (ponte ao futuro);
  • Têm momentos de oscilação.

Com as observações feitas, consideramos a importância do executivo estar atento aos estímulos comportamentais a que é submetido diariamente, levando-os às situações que mascaram conceitos e seus efeitos, impedindo-os de se auto-analisarem, e então, reposicionar procedimentos e condutas.

Tenha como fator primordial TER A HABILIDADE DE TRABALHAR EM EQUIPE para solucionar questões, elaborar e executar projetos, atento sempre ao que todos têm a dizer, dando voz e vez a quem o rodeia, e assim, verdadeiramente, fazer um bom trabalho com um time vencedor.

E você, já pensou nos seus gatilhos comportamentais?
Já se deparou com algum aspecto da síndrome executiva?
Já se considera um Peak Performer?

Questione-se, situe-se e provoque mudanças significativas em seu comportamento executivo.


Fonte: Coaching & Carreira, José Roberto Marques, Almir Pinto.

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73 respostas

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